A ansiedade pode manifestar-se no corpo (tensão, taquicardia, insónia) e na mente (preocupação constante, ruminação). Em fases iniciais, é comum tentar "aguentar" — mas isso costuma aumentar a carga emocional.
Os sinais mais frequentes incluem inquietação constante, dificuldade em concentrar-se, tensão muscular, perturbações do sono e irritabilidade. Em casos mais intensos, podem surgir ataques de pânico.
Um primeiro passo útil é mapear padrões: quando aparece, o que a desencadeia e o que a mantém. Depois, trabalhar estratégias de regulação (respiração, atenção, hábitos de sono) e, quando faz sentido, intervenção psicoterapêutica estruturada.
A psicoterapia, nomeadamente a terapia cognitivo-comportamental (TCC), é uma das abordagens com maior evidência para perturbações de ansiedade. Em consulta, definimos objetivos claros e um plano. Pode ser presencial em Coimbra (Santa Clara) ou online.
